Apresentação

A ArtEduca – Associação de Ensino e Artes, é uma associação sem fins lucrativos e foi criada em 2005. Nasceu da reunião de vontades de um grupo de jovens músicos profissionais que pretenderam com essa iniciativa ser um olhar atento sobre a realidade artística e musical do país e da região, sensibilizar a comunidade, instituições e órgãos de poder para o reconhecimento das artes como mais-valia social e identificar as melhores e mais adequadas estratégias de intervenção sobre o meio social e cultural.

Consequentemente, a ArtEduca constatou a necessidade de criar uma Escola de Ensino Artístico especializado em V. N. de Famalicão, que viesse dar resposta à urgência de um modelo alternativo de formação artística e musical na comunidade, assente em padrões modernos de exigência e qualidade. 

Assim sendo, o projecto da Academia de Música e Artes – Conservatório de Música de V. N. Famalicão contempla duas realidades: a necessidade de combater os vícios inerentes à exclusividade e de potenciar a competitividade no meio artístico, fundamentais para a consecução dos padrões acima referidos.
Desde Setembro de 2005 que a Arteduca – Academia de Música e Artes, Conservatório de Música de V. N. de Famalicão possui Autorização Definitiva de Funcionamento (N˚ 149/DREN) e desde Setembro de 2008 que tem Contrato de Patrocínio com o Ministério da Educação, leccionando com profissionais altamente habilitados os cursos de pré-iniciação, iniciação e básicos de música.

Desde a sua formação, este jovem conservatório, hoje com cerca de 300 alunos, realizou centenas de actividades (onde se incluem concertos, produções, intercâmbios, concursos nacionais e internacionais, masterclasses) e teve 21 alunos premiados.

A ArtEduca celebrou protocolos e parcerias com a Universidade Lusíada de VN Famalicão, a Fundação Cupertino de Miranda, com as escolas famalicenses B 2-3 Júlio Brandão, Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Escola Secundária D. Sancho I, Externato Delfim Ferreira, Didáxis S. Cosme, Externato Ninho dos Pequeninos, Externato A Escolinha, Mais Plural Escolar, Centro Escolar de Antas e também com a Paróquia de Famalicão.

Regulamento Interno

Projeto Educativo

Curso Básico - Portaria 225

Curso Secundário - Portaria 243b

Aviso de abertura - Financiamento EAE 2015/2016 (http://www.anqep.gov.pt/default.aspx)      

Torna-se público o concurso de atribuição de apoio financeiro do Estado, através de contrato de patrocínio, às entidades proprietárias de escolas do ensino particular e cooperativo que lecionam cursos do ensino artístico especializado da dança, da música e das artes visuais e audiovisuais, no ano letivo de 2015/2016, constante em Aviso de Abertura, determinado por despacho de 30 /07/2015, do Senhor Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, nos termos da Portaria n.º 224-A/2015, de 29 de julho. Os oponentes ao concurso deverão formalizar o procedimento através do preenchimento e envio do formulário de candidatura em formato Excel. A restante documentação necessária deverá ser digitalizada.

 

Novo modelo de financiamento coloca ensino artístico numa “situação muito grave”:

Cortes no número de vagas são superiores a 10% e significam um retrocesso “bastante significativo naquilo que tinha sido a evolução do ensino artístico nos últimos anos”.

O novo modelo de financiamento do ensino artístico obriga à redução do número de alunos, impede a progressão dos estudos e pode até levar a despedimentos. É a avaliação em jeito de alerta da Associação Portuguesa de Instituições de Ensino da Música. Em causa está a anunciada redução do número de vagas. 

O presidente da associação, João Correia, afirma que o Governo reduziu em 80% as vagas para iniciados no ensino artístico no próximo ano lectivo, o que se vai traduzir em mais despedimentos.

“Uma escola com 100 alunos financiados, no próximo ano só terá 20 desses alunos financiados”, explica o também presidente da Academia de Música do Fundão. 

João Correia acredita que, neste cenário, “uma grande parte dos alunos que já estão no sistema não vão poder continuar a estudar”, além de provocar “despedimentos de professores”. 

“É uma situação muito, muito grave”, sublinha o responsável. 

As reduções no número de vagas criadas pelo novo modelo de financiamento do ensino artístico rondam os 12% no básico e os 14% no secundário. 

O facto de o ensino artístico ter passado para a tutela do Ministério da Educação poderia ser um ponto positivo, diz João Correia, não o facto de os cortes estarem a fazer com que se retroceda “de forma bastante significativa naquilo que tinha sido a evolução do ensino artístico nos últimos anos”.